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	<title>Doc de Bolso</title>
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	<description>Registrando cultura!</description>
	<pubDate>Sun, 04 Jan 2009 21:06:37 +0000</pubDate>
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		<title>UNESCO apresenta pesquisa sobre a escravidão</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Jan 2009 21:03:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação DOC de Bolso</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>

		<category><![CDATA[escravidão]]></category>

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		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

		<category><![CDATA[preconceito]]></category>

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		<description><![CDATA[Legalmente a escravidão foi abolida em todo o mundo, mas continua amplamente enraizada de diversas formas na vida contemporânea, é o que conclui uma análise elaborada pela UNESCO.
Intitulado &#8220;Unfinished Business&#8221;, o estudo foi encomendado pela UNESCO - projeto Rota do Escravo e preparada por Joel Quirk Wilberforce do Instituto para o estudo da Escravatura e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><blockquote><p><strong>Legalmente a escravidão foi abolida em todo o mundo, mas continua amplamente enraizada de diversas formas na vida contemporânea, é o que conclui uma análise elaborada pela UNESCO.</strong></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Intitulado &#8220;Unfinished Business&#8221;, o estudo foi encomendado pela UNESCO - projeto Rota do Escravo e preparada por Joel Quirk Wilberforce do Instituto para o estudo da Escravatura e emancipação (WISE, Reino Unido). Destina-se a fornecer a base para o diálogo sobre as formas de abordar escravatura contemporânea, incluindo o tráfico de seres humanos, escravidão sexual e trabalho infantil,</p>
<p style="text-align: justify;">bem como o histórico de escravo que deixou um legado cruel de preconceitos e discriminação. A publicação está dividida em cinco capítulos: definição da escravidão em todas as suas formas, apresentando dados sobre a escala de escravatura, comércio escravo e outras formas de escravidão humana; analisar as diferenças e semelhanças entre práticas históricas e contemporâneas, identificando, através de estudos de caso em diversos países.   Como conclusão geral decorre de uma série de recomendações e estratégias para abordar problemas contemporâneos em torno de educação, informação e sensibilização, aplicações de medidas legais e judiciais e suas efetivas aplicações.</p>
<p>Fonte: UNESCO</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Portinari no Museu de Arte de São Paulo – MASP</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Jan 2009 14:59:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine Gomes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

		<category><![CDATA[arte]]></category>

		<category><![CDATA[candido]]></category>

		<category><![CDATA[exposição]]></category>

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		<description><![CDATA[Portinasso é assim que estão sendo carinhosamente chamadas as séries de pinturas de Portinari influenciadas por Pablo Picasso, expostas no Museu de Arte de São Paulo – MASP. Um dos destaques é olhar de Portinari para alguns trabalhos de Picasso que impressionaram o pintor, relevante presença em sua visita ao Museu de Arte Moderna de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><div id="attachment_962" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.docdebolso.com.br/blog/wp-content/uploads/a-justica-de-salomao-1943-e28093-serie-biblicas.jpg"><img class="size-medium wp-image-962" title="A Justiça de Salomão, 1943 – Série Bíblicas" src="http://www.docdebolso.com.br/blog/wp-content/uploads/a-justica-de-salomao-1943-e28093-serie-biblicas-300x289.jpg" alt="A Justiça de Salomão, 1943 – Série Bíblicas" width="300" height="289" /></a><p class="wp-caption-text">A Justiça de Salomão, 1943 – Série Bíblicas</p></div>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>Portinasso</strong> é assim que estão sendo carinhosamente chamadas as séries de pinturas de Portinari influenciadas por Pablo Picasso, expostas no Museu de Arte de São Paulo – MASP.<span> </span>Um dos destaques é olhar de Portinari para alguns trabalhos de Picasso que impressionaram o pintor, relevante presença em sua visita ao Museu de Arte Moderna de Nova York (Moma) em 1939. Ver Guernica (hoje no Centro Nacional de Arte Rainha Sofia, em Madri), estimulou de certa maneira a forma em sua pintura, ou será melhor dizer, a deformação em sua pintura.<span> </span>O cubismo de Picasso que apresentado em Guernica que retrata os terrores da Guerra Civil Espanhola e leva o nome de umas das suas mais notáveis representações.<span> </span>Portinari cria algo tão comovente em 1940 em suas duas séries: Bíblica e Retirantes.<span> </span>O curador Teixeira Coelho chama atenção para a grande influência cubista nas obras de Portinari que estão sendo mostradas.<span> </span>Além do cubismo, do impacto, a indignação pela desordem humana, que moveu Picasso em seus trabalhos e a Portinari em suas pinturas. Contemplar o belo é também refletir por alguns minutos a sociedade em que vivemos!</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>Serviços:</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Museu de Arte de São Paulo, de terça a domingo das 11h ás 18h, R$ 15,00, as terças-feiras a entrada é franca. <span> </span>De 02/01 á 15/02/09.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Lágrimas de chuva</title>
		<link>http://www.docdebolso.com.br/blog/2009/01/lagrimas-de-chuva/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 13:28:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Meloni</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>

		<category><![CDATA[chuvas]]></category>

		<category><![CDATA[lágrimas]]></category>

		<category><![CDATA[poema]]></category>

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		<description><![CDATA[Dorme em silêncio, em pranto, sem pestanejar a dor aguda que sente, como o punhal que o atinge nas costas, sem prever dor, sem prever a angustia de não mais ser, assim tão de repente! Fecha os olhos, e dorme na mais profunda ilusão de que o passado acabou, e que o presente é somente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Dorme em silêncio, em pranto, sem pestanejar a dor aguda que sente, como o punhal que o atinge nas costas, sem prever dor, sem prever a angustia de <a title="não mais ser" href="http://www.docdebolso.com.br/blog/2008/12/nao-mais-ser/">não mais ser</a>, assim tão de repente! Fecha os olhos, e dorme na mais profunda ilusão de que o passado acabou, e que o presente é somente o prévio do futuro&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">Menino bobo, de atos assim infantis, mesmo! Imaturo, como se sonhar fosse suficiente para alegrar a alma, e extasiar a realidade. Menino infame, de dias contados, de tempos perdidos, de rosas a florir. Não deixe que essa bobeira de menino tome sua cabeça, invada seus atos, e controle sua mente.</p>
<p class="MsoNormal" style="-35.4pt;">Homem infame, de risos amarelados, falsidade por entre os dedos e ingratidão por entre cada palavra de agradecimento, ou dizendo que errar é humano, e aprende com seus erros. Bobeira. Bobagem.</p>
<p class="MsoNormal" style="-35.4pt;">Olhe, senhor do tempo que controla se hoje no seu dia choverá, e te molhará por completo o deixando de mau humor, ou fará aquele sol imenso de fever qualquer um que trabalha debaixo de um palitó preto, fazendo- o suar e ficar naquele stress diário, o dia é hoje, <a title="o tempo" href="http://www.docdebolso.com.br/blog/2008/09/o-tempo/">o tempo</a> é agora.. E faça das lágrimas que da chuva uma aprendizagem de vida.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Agenda cultural 2009</title>
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		<comments>http://www.docdebolso.com.br/blog/2009/01/agenda-cultural-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 13:11:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação DOC de Bolso</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

		<category><![CDATA[agenda]]></category>

		<category><![CDATA[arte]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
2009 começa com uma agenda repleta de opções culturais que vão desde filmes, passando por exposições, Teatro e muita arte! Confira abaixo a agenda cultural que a DOC de Bolso selecionou para o mês de janeiro:
 
TEATRO
O Quarto
Liderada pelo autor e diretor Roberto Alvim e pela atriz Juliana Galdino, a Cia. Club Noir inaugura sede com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p> </p>
<p class="western"><strong>2009 começa com uma agenda repleta de opções culturais que vão desde filmes, passando por exposições, Teatro e muita arte! Confira abaixo a agenda cultural que a DOC de Bolso selecionou para o mês de janeiro:</strong></p>
<p class="western"> </p>
<p class="western"><strong><span style="color: #0000ff;">TEATRO</span></strong></p>
<p class="western"><strong><strong>O Quarto</strong></strong></p>
<p class="western"><span>Liderada pelo autor e diretor Roberto Alvim e pela atriz Juliana Galdino, a Cia. Club Noir inaugura sede com a primeira peça do dramaturgo inglês Harold Pinter. Escrito em 1957, o texto mostra uma mulher isolada ao lado do marido em seu quarto. Essa clausura é ameaçada por questões que fogem ao controle dela. Com Juliana Galdino, Gê Viana, Lígia Yamaguchi e Rodrigo Pavon. Direção de Roberto Alvim (60 min).<br />
14 anos.</span></p>
<p class="western"><span>Onde: Club Noir (Rua Augusta, 331)<br />
Quando: Até 02/09 (Sexta e sábado, às 21h; Domingo, às 20h)<br />
Quanto: R$ 10,00<br />
Informações: (11) 3257-8129</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><strong><strong>Hamlet</strong></strong></p>
<p class="western">Escrita por William Shakespeare na virada do século 17, a tragédia de Hamlet permanece como a peça mais celebrada em toda a história do teatro mundial. Desta vez, o texto volta a ser encenado com o frescor e o despojamento que marcaram sua estréia, há quatro séculos. A peça se passa no Castelo de Elsinor, na Dinamarca, onde o fantasma do Rei Hamlet aparece para seu filho, o príncipe Hamlet, e exige uma vingança. O espectro diz ter sido envenenado pelo próprio irmão, Claudio, enquanto dormia. Claudio acaba se casando com a Rainha Gertrudes, mãe de Hamlet, roubando de seu pai a um só tempo a vida, a coroa e a mulher. Paralelamente, Hamlet se apaixona pela jovem Ofelia, filha de Polonio, conselheiro de Claudio e Gertrudes, e irmã mais nova de seu amigo Laertes. Com: Wagner Moura, Tonico Pereira, Caio Junqueira, Carla Ribas, Georgiana Góes, Fabio Lago, Marcelo Flores, Gillray Coutinho, Claudio Mendes, Felipe Koury. Direção de Aderbal Freire Filho</p>
<p class="western"><span>Onde: FAAP São Paulo (R. Alagoas,903)<br />
Quando: Até 02/2009 (Sexta e Sábado, 20h; Domingo, 18h)<br />
Quanto: R$ 80<br />
Informações: (11) 3662-7232</span></p>
<p class="western"> </p>
<p class="western"><strong><span style="color: #0000ff;">CINEMA</span></strong></p>
<p class="western"><strong>Lição de Amor é opção cultural no dia 9</strong></p>
<p class="western">Lição de amor. Direção de Eduardo Scorel (Brasil, 1975). Na São Paulo dos anos 1920, governanta alemã é contratada para dar aulas particulares ao filho adolescente de empresário, e também para dar-lhe lições de amor. Baseado em Amar, verbo intransitivo, de Mário de Andrade.<br />
Sexta-feira, 9</p>
<p class="western"><strong>Mostra em homenagem ao aniversário de São Paulo</strong></p>
<p class="western">Durante o mês de janeiro, a videoteca do Memorial da América Latina promove mostra de filmes em comemoração aos 454 anos da metrópole, onde São Paulo aparece como cenário e tema.</p>
<p class="western"><strong>Exibições da semana:</strong></p>
<p class="western"><strong>O grande <a title="momento" href="http://www.docdebolso.com.br/blog/2008/12/momento/">momento</a>.</strong> Direção de Roberto Santos (Brasil, 1958). No dia de seu casamento, filho de uma família de classe média baixa enfrenta dificuldades para obter o dinheiro necessário aos últimos preparativos. Rodado nas ruas do bairro paulistano do Brás.<br />
Terça-feira, 6</p>
<p class="western"><strong>São Paulo sociedade anônima.</strong> Direção de Luís Sérgio Person (Brasil, 1965). Homem vive conflito entre seus valores e interesses numa São Paulo no auge da euforia desenvolvimentista.<br />
Quarta-feira, 7</p>
<p class="western"><strong>O corintiano.</strong> Direção de Milton Amaral (Brasil, 1966). Torcedor do Corinthians entra em conflito com os filhos e os vizinhos por causa do seu fanatismo pelo time. Filmado na Vila Maria Zélia. Com Mazzaropi.<br />
Quinta-feira, 8</p>
<p class="western">Memorial da América Latina – Videoteca<br />
Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Metrô Barra Funda – São Paulo<br />
Telefone: (11) 3823-4600<br />
Terça a sexta-feira, às 12 e 15 horas, e sábado, 12h30<br />
Entrada franca</p>
<p class="western"><strong><span style="color: #0000ff;">EXPOSIÇÃO</span></strong></p>
<p class="western"><strong><strong>Japão – Mundos Flutuantes </strong></strong></p>
<p class="western"><span>Em comemoração ao centenário da imigração japonesa no Brasil, o Instituto Moreira Salles e o SESI-SP apresentam ao público, de 25 de novembro a 1º de março, a exposição Japão - Mundos flutuantes. A mostra será realizada na Galeria de Arte do Sesi, em São Paulo, e reúne três diferentes expressões da cultura e da arte japonesa e suas influências em terras brasileiras.<br />
Onde: Galeria de Arte do SESI (Av. Paulista, 1313)<br />
Quando: Até 01/03/2009 (Segunda, das 11h às 20h; Terça a Sábado, das 10h às 20h; Domingo, das 10h às 19h)<br />
Quanto: Grátis<br />
Informações: (11) 3146-7405</span></p>
<p class="western"><strong><strong>A Bahia de Jorge Amado no acervo do Instituto Moreira Salles</strong></strong><strong> </strong></p>
<p class="western">Fotografias de Marc Ferrez, Benjamin R. Mullock, Marcel Gautherot e Edu Simões, entre outros, que documentam a paisagem natural e urbana da Bahia, bem como o universo das personagens do escritor baiano.<br />
<span>Onde: Instituto Moreira Salles (Rua Piauí, 844, 1º andar, Higienópolis)<br />
Quando: De 23/10 a 18/01 (Terça a Sexta, 13h às 19h; Sábado e Domingo, 13h às 18h)<br />
Quanto: Grátis<br />
Informações: (11) 3825-2560</span></p>
<p class="western">Abundante cidade – Dessemelhante Bahia</p>
<p class="western">Reúne 100 imagens, em preto-e-branco, do fotógrafo baiano Voltaire Fraga. As fotos selecionadas fazem registro histórico da cidade de Salvador entre as décadas de 1930 e 1960. Fraga retratou a arquitetura, os moradores e a religiosidade baiana. A curadoria é de Diógenes Moura.<br />
Até o dia 4</p>
<p class="western"><strong>Cristina Iglesias</strong></p>
<p class="western">São 22 obras (instalações, maquetes e gravuras) da artista plástica espanhola. Em destaque, as instalações Corredor suspenso I e III, de 2006, compostas por dezenas de placas de ferro, presas ao teto por cabos de aço, que formam corredores que o público pode percorrer.<br />
Até o dia 4</p>
<p class="western"><strong>Intimidade de Julio Landmann</strong></p>
<p class="western">Reúne cerca de 30 imagens coloridas (foto acima) que retratam a visão do fotógrafo sobre a natureza. A curadoria é de Diógenes Moura.<br />
Até o dia 4</p>
<p class="western"><strong>Leopoldo Raimo: um percurso artístico</strong></p>
<p class="western">Pinturas, gravuras e desenhos do artista Leopoldo Raimo registram sua participação em períodos específicos da arte brasileira, especialmente nas décadas de 1950 a 1970. São cerca de 80 obras, em destaque as séries Estandarte, Amuleto, Talismã, Bandeirolas, Festival e Junina, que o aproximam do universo popular. A curadoria é de Ana Paula Nascimento.<br />
Até o dia 7</p>
<p class="western">Pinacoteca do Estado<br />
Praça da Luz, 2 – Luz – São Paulo<br />
Telefone: (11) 3324-1000<br />
De terça-feira a domingo, das 10 às 18 horas<br />
Ingressos: R$ 4 e R$ 2 (meia-entrada)<br />
Entrada franca aos sábados</p>
<p class="western"><strong>Menos vinte e um</strong></p>
<p class="western">Pinturas, fotografias, instalações, videoinstalações e shows mostram os trabalhos dos formandos do curso de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da USP.</p>
<p class="western">Paço das Artes<br />
Avenida da Universidade, 1 – Cidade Universitária – São Paulo<br />
Telefone: (11) 3814-4832<br />
De terça a sexta-feira, das 11h30 às 19 horas; sábados, domingos e dia 31, das 12h30 às 17h30. Dia 1º, fechado<br />
Até o dia 4<br />
Entrada franca</p>
<p class="western"><strong>Pessoas modernas</strong></p>
<p class="western">São 59 pinturas, esculturas, desenhos e gravuras de Tarsila do Amaral, Vicente do Rego Monteiro, Oscar Pereira da Silva, Brecheret, Cícero Dias, Portinari, Oswald de Andrade e outros. Em destaque, esculturas em bronze do italiano Galileu Emendabili. A curadoria é de Kátia Canton, professora do Museu de Arte Contemporânea da USP.</p>
<p class="western">Palácio dos Bandeirantes<br />
Avenida Morumbi, 4.500 – Morumbi – São Paulo<br />
Telefone: (11) 2193-8282<br />
Terça a sexta-feira, das 10 às 17 horas. Sábados, domingos e feriados, das 11 às 16 horas. Obs. Quarta-feira, 31, a segunda-feira, 5, fechado<br />
Entrada franca<br />
Até o dia 11</p>
<p class="western"><strong>I/Legítimo: Dentro e fora do circuito</strong></p>
<p class="western">Realizada em parceria com o Paço das Artes, a mostra reúne obras de artistas brasileiros e estrangeiros em diferentes técnicas, como grafite, animação, desenho, fotografia, vídeo, arte digital, performance, instalação, música, escultura e pintura. Curadoria: Fernando Oliva e Priscila Arantes.</p>
<p class="western"><strong>Coletivo</strong></p>
<p class="western">Instalação de Cássio Vasconcellos mostra mosaico fotográfico de grandes proporções composto por imagens aéreas de 50 mil carros, caminhões, ônibus, ambulâncias e viaturas policiais, dispostos lado a lado.</p>
<p class="western"><strong>Rebobine, por favor</strong></p>
<p class="western">Projeto criado pelo cineasta francês Michel Gondry, vencedor do Oscar pelo roteiro do filme Brilho eterno de uma mente sem lembranças, exibe 13 cenários interativos no qual os personagens recriam obras como RoboCop, King Kong e Conduzindo Miss Daisy.</p>
<p class="western">Museu da Imagem e do Som – MIS<br />
Avenida Europa, 158 – Jardim Europa – São Paulo<br />
Telefone: (11) 2117-4777<br />
Terça a sexta-feira, das 12 às 19 horas; sábados e domingos, das 13 às 18 horas<br />
Ingressos: R$ 4 e R$ 2 (meia-entrada). Grátis para maiores de 65 anos<br />
Entrada franca aos domingos<br />
Até o dia 11</p>
<p class="western"><strong>Imigrantes letos</strong></p>
<p class="western">Coleção de fotos e objetos que mostram a trajetória de vida dos imigrantes letões no Brasil (foto acima). Exposição celebra os 90 anos da proclamação da República da Letônia, localizada no Leste Europeu.<br />
Até o dia 11</p>
<p class="western"><strong>A longa jornada: Os russos através do mundo</strong></p>
<p class="western">O objetivo é mostrar a dispersão dos russos para diversos países da Europa e da Ásia, e como esses imigrantes preservam suas tradições no Brasil. Durante o período da exposição haverá apresentações de danças, palestras, workshops de culinária, artesanato e filmes.<br />
Até março</p>
<p class="western">Memorial do Imigrante<br />
Rua Visconde de Parnaíba, 1.316 – Mooca – São Paulo<br />
Telefone: (11) 2692-1866<br />
Terça-feira a domingo e feriados, das 10 às 17 horas<br />
Ingressos: R$ 4 e R$ 2 (meia-entrada).<br />
Entrada franca no último sábado do mês e para maiores de 60 e menores de 7 anos</p>
<p class="western"><strong>O mundo invisível dos micróbios: diversidade e arte</strong></p>
<p class="western">Explora o universo dos microrganismos, enfatizando sua biodiversidade e função biológica.</p>
<p class="western">Museu de Microbiologia do Instituto Butantan<br />
Avenida Vital Brasil, 1.500 – Butantã – São Paulo<br />
Ingressos: R$ 6 e R$ 2,50 (meia-entrada). Crianças até 7 anos, maiores de 60 anos e portadores de necessidades especiais não pagam.<br />
Até o dia 18</p>
<p class="western"><strong>Entre oceanos – 100 anos de aproximação entre Japão e Brasil</strong></p>
<p class="western">Vinte e oito jovens artistas contemporâneos, entre brasileiros, japoneses e nisseis realizam intercâmbio para conviver e trocar experiências. As obras utilizam variados suportes: vídeo, desenho sobre tecido, pintura, instalação, fotografia, bordado, cerâmica, entre outros. Faz parte da exposição a Cronologia Tomie Ohtake, uma linha do tempo, na qual são reproduzidas (por plotagem) as principais obras de Tomie até 2008. A instalação proporciona diálogo entre a artista nipônica e os projetos do arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer.</p>
<p class="western">Memorial da América Latina<br />
Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda (ao lado do metrô<br />
Telefone: (11) 3823-4600<br />
De terça-feira a domingo, das 9 às 18 horas<br />
Entrada franca<br />
Até o dia 25</p>
<p class="western"><strong>Prêmio design Museu da Casa Brasileira</strong></p>
<p class="western">Exposição dos selecionados e dos vencedores da 22a edição do tradicional prêmio. São exibidas 52 peças, além de dez livros. As categorias são mobiliário, utensílios, iluminação, eletroeletrônicos, têxteis, equipamentos de transporte e construção e trabalhos escritos. A seleção foi feita entre 555 inscritos. Foram contemplados com premiações 18 produtos.</p>
<p class="western">Museu da Casa Brasileira<br />
Avenida Faria Lima, 2.705 – Jardim Paulistano – São Paulo<br />
Telefone: (11) 3032-3727<br />
Terça-feira a domingo, das 10 às 18 horas<br />
Ingresso: R$ 4. Entrada franca aos domingos<br />
Até o dia 18</p>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ortografia da língua Portuguesa: perguntas frequentes</title>
		<link>http://www.docdebolso.com.br/blog/2009/01/ortografia-da-lingua-portuguesa-perguntas-frequentes/</link>
		<comments>http://www.docdebolso.com.br/blog/2009/01/ortografia-da-lingua-portuguesa-perguntas-frequentes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 12:46:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação DOC de Bolso</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notas]]></category>

		<category><![CDATA[acordo ortografico]]></category>

		<category><![CDATA[língua]]></category>

		<category><![CDATA[perguntas]]></category>

		<category><![CDATA[portuguesa]]></category>

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		<description><![CDATA[ 


Porquê fazer um Acordo Ortográfico?
Porque o Português é língua oficial em oito Estados soberanos mas tem duas ortografias, ambas correctas, a de Portugal e a do Brasil. Existem desvantagens na manutenção desta situação e a língua será internacionalmente tanto mais importante quanto maior for o seu peso unificado.
A existência de dupla grafia limita a dinâmica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p> </p>
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<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">Porquê fazer um Acordo Ortográfico?</span></span></strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;"><br />
Porque o Português é língua oficial em oito Estados soberanos mas tem duas ortografias, ambas correctas, a de Portugal e a do Brasil. Existem desvantagens na manutenção desta situação e a língua será internacionalmente tanto mais importante quanto maior for o seu peso unificado.</span></span></p>
<p><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">A existência de dupla grafia limita a dinâmica do idioma e as diferenças criam obstáculos, maiores ou menores, em todos os incontáveis planos em que a forma escrita é utilizada: seja a difusão cultural (literatura, cinema, teatro); a divulgação da informação (jornais, revistas, mesmo a TV ou a Internet); as relações comerciais (propostas negociais, textos de contratos) etc., onde o<br />
Português escrito é utilizado. Isto, se considerarmos apenas as relações intracomunitárias (nos oito países da CPLP).<br />
Nas relações internacionais, recorde-se que existem quatro grandes línguas (Inglês, Francês, Português e Espanhol) e que o Português é a única com duas grafias oficiais.<br />
Assim, no plano intracomunitário, a dupla grafia dificulta a partilha de conteúdos, no plano internacional, limita a capacidade de afirmação do idioma, provocando, por exemplo, traduções quer literárias quer técnicas diferentes para Portugal e Brasil.</span></span></p>
<p><strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">2. Mas como se explica que exista mais do que uma ortografia?<br />
</span></span></strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">No rescaldo da Implantação da República em Portugal, deu-se a 1ª Reforma Oficial da Ortografia Portuguesa que, em 1911, estabeleceu uma ortografia simplificada, consagrada nos textos oficiais de ensino.<br />
Esta profunda reforma não foi concertada na altura com a República Brasileira, e desde essa data a língua tem comportado duas grafias.<br />
Sucede que a língua, como realidade dinâmica que é, está sujeita a evolução. A ortografia do Português não é excepção e as duas ortografias então existentes trilharam caminhos diferentes, não obstante várias iniciativas dos dois países, singulares e concertadas, no sentido da unificação.</span></span></p>
<p><strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">3. Quais são os Estados signatários (partes) do Acordo Ortográfico?</span></span></strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;"><br />
Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe. O Acordo encontra-se aberto à adesão de Timor-Leste que em 1990 ainda não tinha reconquistado a independência.</span></span></p>
<p><strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">4. Qual a estimativa de pessoas no mundo que falam a língua portuguesa?<br />
</span></span></strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">Calculam-se em mais de 200 milhões as pessoas que falam Português em todo o mundo.</span></span></p>
<p><strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">5. O Acordo foi assinado em 1990, mas só entraria em vigor com a ratificação de todos os países?</span></span></strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;"> </span></span><strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">O que mudou com os Protocolos Modificativos ao Acordo?</span></span></strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;"><br />
O Acordo Ortográfico na sua versão original, de 1990, previa entrada em vigor apenas quando se verificasse a ratificação (recepção do Acordo no ordenamento jurídico interno do Estado) por todos os signatários.<br />
Os Protocolos Modificativos alteraram apenas a modalidade de entrada em vigor do Acordo. O conteúdo, i.e., as alterações ortográficas do Acordo Original mantém-se.</span></span></p>
<p><strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">6. Por que foi necessário um segundo Protocolo? O primeiro não tem valor?</span></span></strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;"><br />
Foi necessário um Segundo Protocolo Modificativo pois a alterações produzidas pelo primeiro (alargando o prazo para entrada em vigor) demonstraram-se ineficazes. A assinatura do 2º Protocolo estabelece que, o Acordo Ortográfico entrava em vigor com a ratificação por três dos Estados signatários (naturalmente, para os Estados que procedessem à ratificação).<br />
O Primeiro Protocolo Modificativo, não apresenta hoje qualquer conteúdo prático.</span></span><br />
<span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">Saiba mais sobre o tema em <a href="http://www.cplp.org/comunicados.asp">http://www.cplp.org/comunicados.asp</a></span></span></p>
<p><strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">7. O Acordo Ortográfico já está em vigor? Em que países?<br />
</span></span></strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">Sim, na ordem jurídica internacional e no Brasil, em Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, por força da ratificação pelos três Estados do Acordo Ortográfico e do Segundo Protocolo Modificativo.<br />
O terceiro signatário a ratificar, S. Tomé e Príncipe, depositou os documentos correspondentes em Dezembro de 2006 e, por esse efeito fez com que o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa entrasse em vigor no dia 1 de Janeiro de 2007. </span></span><br />
<span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">Saiba mais em <a href="http://www.cplp.org/comunicados.asp">http://www.cplp.org/comunicados.asp</a>.</span></span></p>
<p><strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">8. Porquê da demora na ratificação por parte dos demais países signatários?</span></span></strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;"><br />
As razões que cada um dos signatários do Acordo Ortográfico tem para proceder ou não à sua ratificação são matéria do foro interno de cada Estado.<br />
A CPLP remete assim para os Estados a divulgação de informações quanto a esta questão.</span></span></p>
<p><strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">9. Foi definida data para os Estados signatários ratificarem o Acordo?</span></span></strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;"><br />
O Acordo, na sua redacção original (1990), previa a entrada em vigor a 1 de Janeiro de 1994, após o depósito dos instrumentos de ratificação de todos os Estados signatários. Esta disposição tornou-se letra morta quando a data foi ultrapassada sem terem sido efectuadas as ratificações.<br />
Esta redacção foi alterada pelos Protocolo Modificativos e em bom rigor, visto que não se extrai dos textos qualquer outra data, não existe um prazo para ratificação do Acordo.</span></span></p>
<p><strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">10. O que acontece à ortografia do Português nos países que não ratificarem?<br />
</span></span></strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">Nada. Caso não seja ratificado, o Acordo Ortográfico não se torna parte dos ordenamentos jurídicos nacionais dos signatários e assim as alterações que estabelece não se verificarão na ortografia desses países.</span></span></p>
<p><strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">11. Mas podem uns países avançar com a implementação do Acordo Ortográfico sem os demais?</span></span></strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;"><br />
Sim, dado que está prevista a entrada em vigor desde que ratificado por três Estados, o que já aconteceu. Todavia, é de lembrar que o objectivo é unificação, e que o ideal seria que todos os países avançassem em uníssono.<br />
Com efeito, a medida do sucesso do Acordo Ortográfico depende da sua ratificação e implementação por todos os Estados signatários. Só com todos poderá atingir o pleno dos seus objectivos originais.</span></span></p>
<p><strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">12. Existe uma estimativa quanto ao número de palavras alteradas?</span></span></strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;"><br />
Segundo os dados disponibilizados pela Academia de Ciências de Lisboa, à data da celebração do Acordo, o número de palavras cuja ortografia seria alterada não ultrapassaria os 2 por cento! Pouco mais de 2.000 palavras num Universo de 110.000.<br />
Não estão contabilizadas: as alterações à utilização do hífen e as resultantes da supressão do trema, diminutas em número e de fácil apreensão.</span></span></p>
<p><strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">13. Quais foram os critérios utilizados para desenvolver as novas normas ortográficas?</span></span></strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;"><br />
Segundo o próprio Acordo, o esforço de unificação da grafia foi presidido por um critério fonético, isto é, a ortografia das palavras é alterada no sentido de as aproximar à forma falada. (ex.: abolição das consoantes mudas).</span></span></p>
<p><strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">14. Mas se o critério fonético está subjacente às alterações, o Português falado é alterado?</span></span></strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;"><br />
Não. A forma falada do Português não sofrerá qualquer alteração no curto prazo (embora não seja de excluir que, no futuro, o “p” que os portugueses utilizam em baptismo e pronunciam muito levemente, venha a desaparecer).<br />
Repare-se que no cenário actual de duas grafias, portuguesa e brasileira, mesmo dentro dos limites territoriais de cada um destes dois Estados, existem diferentes formas de falar o português, não obstante cada um dos países ter apenas uma ortografia.<br />
No mesmo sentido, os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, que usam a ortografia portuguesa, falam o português de forma diversa, quer entre si, quer da falada em Portugal ou no Brasil.<br />
Os cambiantes da língua falada não serão afectados pelo Acordo.<br />
Altera-se a ortografia no sentido de a unificar, utilizando a fonética apenas como um dos instrumentos dessa unificação ortográfica.</span></span></p>
<p><strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">15. Quais os prazos e custos para a implementação das alterações?<br />
</span></span></strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">O Acordo ocupa-se apenas das regras ortográficas e define um patamar de compromisso em termos ortográficos. Cabe a cada um dos Estados envidar esforços no sentido de chegar a esse patamar. O processo de implementação não se encontra definido no Acordo. Entende-se assim que caberá a cada Estado estudar as suas necessidades específicas e definir o plano de acção nacional, no sentido de concretizar o Acordo. Assim, remete-se para as autoridades nacionais qualquer informação sobre prazos e custos.</span></span></p>
<p><strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">16. Quando se começarão a sentir os efeitos práticos? Será imediato ou faseado?<br />
</span></span></strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">Sendo que cada país definirá o seu plano de acção, os efeitos do Acordo começarão a sentir-se à medida que as autoridades nacionais avançarem com a sua implementação.<br />
Assim, será o plano de acção nacional de implementação de cada Estado que definirá as áreas (ensino, administração pública, comunicação social, etc.) onde as alterações se farão sentir em primeiro lugar.<br />
Dada a complexidade relativa em termos técnicos (Ex. manuais escolares) e financeiros, cada Estado adoptará, provavelmente, planos de acção faseados.<br />
Recorda-se que não será a entrada em vigor, per se, do Acordo que levará os cidadãos a respeitarem as novas regras ortográficas. Existe uma nova ortografia, mas a sua implementação não é instantânea. Serão possivelmente definidos, pelos próprios Estados, períodos de transição para as áreas onde tal faça sentido, ex.: manuais escolares, gramáticas e dicionários, formulários de serviços públicos, contratos, etc.</span></span></p>
<p><strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;">17. É isto que se entende por “moratória” de aplicação do Acordo?</span></span></strong><span style="color: #000066;"><span style="font-family: arial;"><br />
Tem sido por vezes referido na imprensa que o Acordo prevê uma “moratória” para a sua aplicação. Tal informação é incorrecta.<br />
Não obstante, e como já foi abordado acima, a introdução das alterações ortográficas dificilmente será instantânea.<br />
Naturalmente existirá um período de convivência entre as duas grafias, que será diferente consoante o contexto. Isto é, qualquer livraria terá, durante os anos vindouros, livros nas suas prateleiras escritos nas duas grafias, mas dificilmente se encontrará, uma vez implementado o Acordo, um jornal diário que não reflicta as alterações.<br />
Por este exemplo se vê que as diferentes manifestações da língua escrita terão, pelos seus ciclos naturais, diferentes prazos para absorver as alterações. </span></span></p>
<p><span style="color: #000066;"><span style="font-family: Arial;">Para saber mais:</span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><a href="http://www.cplp.org/comunicados.asp"><span style="color: #000066;"><span style="font-family: Arial;">http://www.cplp.org/comunicados.asp</span></span></a></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><span style="color: #000066;"><span style="font-family: Arial;">http://eportuguese.blogspot.com/</span></span></p>
</li>
</ol>
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